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Snif, snif, snif… 3/03/08

Posted by Calsavara in Cotidiano, Entretenimento, Esportes, Futebol, Piada interna.
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Hoje, tenho vergonha de ser brasileiro… 13/09/07

Posted by Calsavara in Candidatos, Comportamento, Cotidiano, Crônicas, Eleições, Jornalismo, Política.
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Nos últimos dias, dediquei total atenção ao caso Renan Calheiros. Ouvi o que pude, li o que encontrei, vi e revi matérias e especiais sobre o assunto. E esperei, muito, pela votação de ontem. E ela veio. Secreta, abafada, escondida. Na surdina, como preferem os amigos do alheio. E, camuflados pelo segredo da sessão, os senadores decidiram, por 41 a 40 (foi 40 pelo “não” a 35 pelo “sim”, mas houve 6 abstenções) que a cabeça do presidente da casa não deveria rolar.

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Para expressar minha vergonha, valho-me aqui das palavras do Arnaldo Jabor, em sua coluna de 13 de setembro de 2007 da rádio CBN. Aqui vai a transcrição na íntegra:

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Celebridades combatem o aquecimento global 28/05/07

Posted by Calsavara in Bobagens diversas, Cotidiano, Entretenimento, Jornalismo, Música, Mulheres.
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A Ivete Sangalo já começou a fazer a sua parte:

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Realmente, os idosos são os que mais sofrem com esse aumento na temperatura da Terra. Parabéns para a baiana, que mostra que não é só gostosa pra cacete um corpinho bonito, mas que também tem conteúdo!

Acabou!!! Acabou!!! Acabou!!! 27/04/07

Posted by Calsavara in Bobagens diversas, Comportamento, Cotidiano, Crônicas, Entretenimento, Música.
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Tô atrasado, tá bom… Por isso nem vou escrever nada sobre o fim do grupo Loser Manos.

Vou é copiar descaradamente um dos posts do Ressaca Moral. Fantástico. Um dia eu escrevo igual a eles…

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Ressaca Moral fez uma devassa no escritório falido dos Los Hermanos e descobriu a fórmula para ser um Amarante! Confira a seguir como fazer uma música dos Los Hermanos:

Início
Essa parte não é a mais importante. Nela você pode falar qualquer bobagem sem precisar levar em conta o que será dito adiante, mas é válido que traga algo misterioso, uma pergunta pretensiosa com cara de ingenuidade. Atenção: é preciso, a cada dois ou três versos, levantar o tom na última palavra. Nunca chore ainda.

Lá vem você de novo
E eu que pretendia açúcar
De doce tive teu segredo
Inaugura aqui teu carnaval… Laiá…

Desenvolvimento I
Esse trecho tem peso porque pode servir pra alguma frase expressiva que será cantada pelo público feminino ou lembrada em about me’s do Orkut. Portanto, fique atento. É preciso levar em conta que o trombone surgirá oportunamente, mas ainda discreto, pois será guardado em sua punjança para outro momento. Pode ser a hora de aproveitar, também, para uma palavra mais longa, que vire um mero canto sem sentido acompanhada de uma nota menor, para dar mais emoção.

Deixa eu fazer o que há de bom
Tatua-me seco em prosa vil
Nesse samba que é tão triste
Sobe o morro mas não esquece de voltar*
(Seguir com ‘aaaar’)

Refrão
É aqui que tudo se materializa. Misture um monte de palavras, priorizando o tom intimista (se possível, use essa palavra em algum momento, pega bem) e um quê de lamento por qualquer coisa. A voz fica suspensa em uma nota por um longo instante e chega a ranger um pouco, como um cio de hipopótamo, voltando em seguida a uma leve picardia, uma ironia que faz doer no coração alheio sem comprometer o sentimento dela por você.

Que tal? Comprei para você
Só tinha dessa cor
Que tal? Hoje não errei o Português
Finge que é falar sem dor
Pra você

Desenvolvimento II
Esse trecho é uma espécie de complemento à música, algo que Camelo esqueceu de dizer e que recorda como um gênio que achou moeda perdida no bolso. Se fizer bem feito, você poderá até mesmo apelar para algo mais provocante, escatológico, sujo, como que para demonstrar a lama em que se meteu por um amor. No final, a frase lúgubre dá a entender que sofrer vale a pena.

Bota teu sapato preto
Aquele de listra em cor
Só quem traz no peito a fúria branca
da tormenta sabe o quanto o mar é…
bravio*!!

(*Segue com essa palavra até o final. Os metais entram incisivos, o pânico corre solto, as guitarras ficam ácidas, perigosas, atacam de vez o ouvinte. Pode-se ouvir o choro de uma flauta-doce. Refrão. Termina repetindo os dois últimos versos do Desenvolvimento II. Fim.)

Romário 1.000 gols – a eterna busca 27/04/07

Posted by Calsavara in Bobagens diversas, Comportamento, Cotidiano, Entretenimento, Esportes, Futebol, Música.
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O quase ex-jogador de futebol, quase ex-craque, ex-traordinário, ex-petacular, ex-emplar, ex-perançoso, ex-pectativante, Romário foi se encontrar com o ex-BBB e ex da ex-BBB Grazi Massafera numa boate gay. Ele ouviu dizer que lá tem bola pra tudo quanto é lado. Cada frequentador tem, pelo menos, duas.

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Talvez ele esteja esperando sobrar uma pelota pra poder botar pra dentro… Saiu na Globo.com.

Agora dá pra entender porque a Grazi largou mão do DJ…

Enquanto isso, em Brasília… 17/04/07

Posted by Calsavara in Bobagens diversas, Candidatos, Comportamento, Cotidiano, Eleições, Política.
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Lembra da carta que eu mandei aos digníssimos representantes do povo na capital do país? Pois é, até agora nenhuma resposta… Mas até dá pra entender. Dá uma olhada no quórum da câmara nessa última segunda-feira:

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Lá vai o Brasil, descendo a ladeira…

O que realmente me assusta nesta sexta-feira 13 13/04/07

Posted by Calsavara in Candidatos, Comportamento, Cotidiano, Eleições, Política.
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Escrevi uma carta a todos os deputados federais. O texto segue abaixo. Alguns dados foram omitidos por não serem relevantes aqui.

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Olá, nobres legisladores e legisladoras.

Como cidadão não posso me furtar a comentar sobre a intenção de aumento dos vencimentos dos membros dessa casa. O reajuste proposto é o da inflação, e se aplicado fará o salário dos excelentíssimos edis atingirem a marca de mais de R$16 mil.

Uma simples pergunta: quando foi a última vez que o salário mínimo recebeu um reajuste como esse, de mais de 25%?

O atual salário mínimo brasileiro é de R$350. Segundo o DIEESE, um assalariado precisa trabalhar 114 horas e 30 minutos para poder comprar a cesta básica. Isso dá cerca de 15 dias de trabalho (supondo que um trabalhador médio trabalhe 5 dias na semana). Fazendo umas contas básicas, é possível perceber que que um assalariado recebe cerca de R$1,60 / hora trabalhada. Os R$182,15 dispendidos na compra da cesta básica representam cerca de 52% do orçamento. Ou seja, um trabalhador assalariado, segundo os dados do DIEESE, gasta mais da metade do seu mês trabalhando apenas para comprar a cesta básica (que os nobres deputados sabem que não contempla mais as necessidades básicas do cidadão).

Os nobres colegas têm uma escala de trabalho mais, digamos, flexível. Seguindo a mesma linha de raciocínio, um deputado precisaria, para comprar a mesma cesta básica, trabalhar cerca de 3 horas (?!?!). Isso supondo que um deputado siga a mesma escala de horário utilizada na base de cálculo, de 220 horas mensais. É uma ingenuidade de minha parte pensar que os nobres deputados trabalhariam durante 220 horas/mês. Eu trabalho cerca de 240 horas/mês e sei que não é nada fácil.

Eu sei também que é uma comparação pouco prática, mas serve como uma base de análise. Enquanto um trabalhador assalariado precisa trabalhar cerca de 114 horas pra comprar uma cesta básica, com o aumento proposto pelos nobres deputados vocês precisariam trabalhar apenas 3 horas!!!

Me mostrem, por favor, a necessidade desse aumento. Para que haja uma maior transparência, vou detalhar meus ganhos para que vocês se sintam à vontade para detalhar os de vocês.

Eu tenho dois empregos. Em um deles, recebo um salário de R$censurado. No outro, a remuneração é de R$censurado. E só, sem direito a vale-refeição, vale-transporte ou qualquer outro benefício. Minha remuneração anual, desprezando eventuais descontos, gira em torno de R$censurado.

Se sintam à vontade para fazerem agora a sua contraparte. Por favor, me detalhem quanto os nobres deputados recebem durante o perído de um ano, contando os salários, ajudas de custo (terno, passagens, moradia, combustível, verba de gabinete, etc.), convocações extraordinárias, jetons e tudo o mais que compôe a tabela de vencimentos.

Em plena sexta-feira 13 é isso que me assusta. Não tenho medo de gatos pretos, de bruxarias, de maldições, de maus agouros. Tenho medo disso, de viver num país onde há essa discrepância. Resumindo, o que eu ganho em um ano de trabalho, os nobres colegas recebem em menos de dois meses!!!

Aguardando breve e sincera resposta, subscrevo-me.

Atenciosamente,

Fábio Calsavara
  Londrina-PR

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Foi registrado um protocolo. Vamos ver qual será a resposta de cada um deles.

Voyage voyage… 10/04/07

Posted by Calsavara in Bobagens diversas, Comportamento, Cotidiano, Entretenimento, Infância, Música, Poesia.
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Nesse fim de semana passado fomos eu e a minha lindinha passear pelos pagos de Ivaiporã, minha terra natal. Como ela não conhecia a cidade, fui fazer a tour com ela para apresentar os melhores points. Cinco minutos já estávamos de volta para casa.

Foi legal passar de novo em frente a Lanchonete Holandesa. Ali era onde o fervo acontecia. Nas “Paqueras na Avenida”, o som que mandava era do Black Star. Aqueles conjuntos de som eletrônico, com muitas caixas repletas de luzes coloridas, batidas bizarras, boom-boxes no talo e dança de passinho. Depois surgiu a White Star, pra poder rivalizar.

Era a época da Gangue dos Quebra Ossos, da rivalidade ferrenha entre o Manéco e a Monte Castelo. Hoje peleja continua, mas naquela época as brigas se resumiam a uma surra nervosa. Armas de fogo quase sempre ficavam de fora.

Só de passar por lá me deu uma certa nostalgia desse tempo. Uma pequena viagem mental. E me lembrei de um ícone musical que, para mim, é a marca desse tempo. Vou deixar que o grupo Desireless te leve nessa viagem também…

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Dois pesos e duas medidas 5/04/07

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(Não ia postar isso agora, mas o computador está quase travando e não estou com paciência para procurar os endereços de novo.)

Ê, larí lará… Nem falo nada… Não entendeu? Clica aqui e depois aqui.

Os sete pecados capitais do Maracanã 5/04/07

Posted by Calsavara in Comportamento, Cotidiano, Crônicas, Esportes, Futebol, Jornalismo, TV.
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O Romário ainda continua lutando pra conseguir marcar seu milésimo gol…

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Mas ainda não foi dessa vez. A equipe da Colina jogou contra o Gama-DF e levou um baile, mas um SENHOR baile. Que o diga o goleiro Cássio, que engoliu um frangaço clássico logo aos dois minutos do primeiro tempo. Aos 15′ Renato completa de cabeça após uma cobrança de falta e empata para o Vasco.

No segundo tempo, aquele que seria o herói da partida começa a mostrar o rosto. Não, não é o Baixinho. O jogador aqui referido é o Marcelo Uberaba, do time de verde, que bateu uma falta quase perfeita, não fosse a intervenção certeira de Cássio. O Vasco continuou batendo cabeça e os meias pareciam desesperados, passando todas as bolas para o camisa 11 fazer o tento emblemático. Em vão. Uma marcação muito bem feita pelos zagueiros do cerrado praticamente anulou o herói do Tetra. A esquadra cruzmaltina ainda teve mais duas boas chances aos 42′ e aos 46′. Mas quis o destino (odeio esses clichês, mas eles cabem aqui) que Marcelo Uberaba tivesse outra falta a ser cobrada, aos 48′. O resultado? Um gol daqueles de “se colocar numa moldura”, como disse o Neto na Bandeirantes. A bola passou por sobre a barreira, entre o segundo e o terceiro jogador (como manda o manual de boas maneiras do futebol) e caiu, já sem forças, fora do alcance do goleiro Cássio. Resultado: Gama-DF 2 x 1 Vasco da Gama-RJ, e o clube carioca eliminado da Copa do Brasil.

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O jogo me fez pensar em alguns pecados que o Vasco está cometendo nessa busca pelo tal Gol 1.000 do Romário. E não são pecados veniais não. São capitais.

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